“Eu não sabia quem era Akinfeev.” Novo talento argentino em “Alas” nasshliski

Depois de Benjamín Garré, outro argentino apareceu em As “asas dos Sovietes”. Para Franco Orozco, de 22 anos, este é o primeiro clube estrangeiro depois do seu país natal, Lanús. A correspondente do “Campeonato” conversou com Orozco sobre suas primeiras impressões sobre a Rússia, a seleção e sua infância na Argentina.

O que vamos falar sobre:

Como conheci a “perna de Akinfeev” no jogo contra o CSKA

— Você está na Rússia há pouco tempo, mas já sabe o que é a “perna de Akinfeev”. — Vou ser sincero: não sabia nada sobre ele antes do jogo. Só depois do jogo disseram quem ele era. Não foi fácil depois de perder o pênalti. Mas todos os meus companheiros, o treinador e a minha família ajudaram. Osinkin disse que tudo ficou no passado, devemos nos esforçar mais nos próximos jogos.

– Acho que foi quando você viu neve pela primeira vez? — Claro, ouvi dizer que faz frio na Rússia, mas não pensei que estivesse tão frio. No entanto, o tempo está muito melhor agora. O frio prejudica minha adaptação, pois não estava adaptado a tais condições. No começo meus pés estavam frios.

Franco Orozco

Foto: FC Krylya Sovetov

—Que impressões você teve da sua estreia no RPL? — O caminho para Rostov foi muito longo. Ele não sabia de antemão se jogaria ou não. Só quando vi uma camisa com meu sobrenome no vestiário é que percebi que havia uma chance. Quando entrei em campo tentei me adaptar rapidamente ao jogo. Aos poucos vou me adaptando cada vez mais rápido.

— Você gosta do nível dos adversários com quem jogou? — Para ser sincero, o RPL me surpreendeu. Esta é uma liga forte e intensa. Na Argentina o futebol é mais lento, mais contundente, tem muita luta e artes marciais. Normalmente as partidas terminam com uma pequena diferença no placar. Aqui o futebol é mais dinâmico, tem que correr mais.

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Com quais compatriotas você consultou antes de se mudar para Krylya Sovetov?

—Como você chegou em “Wings”? — A opção surgiu no início de janeiro. As negociações foram muito longas: conversamos durante quase um mês. Naquela época não dormi bem porque queria muito vir brincar aqui. Mas tudo se acalmou e agora estou no Wings. Eu realmente gosto daqui.

— Houve alguma dúvida? – Nenhum! Me senti desconfortável naquele momento porque não estava jogando. Eu precisava de uma mudança de cenário, de ir para outro lugar, de começar a jogar mais.

Franco Orozco

Foto: FC “Krylya Sovetov”

—Você consultou algum de seus compatriotas que joga na Rússia? — Falei com Matías Pérez, Lucas Vera. Não tive dúvidas se deveria ou não ir à Rússia antes mesmo de conversar com eles. Os meninos falaram que o RPL é um campeonato intenso e com muita competição.

—Como sua família reagiu à sua partida para a Rússia? “É claro que no início esta notícia os surpreendeu, mas eles ficaram felizes por eu poder ir embora. Há muito tempo que esperávamos por essa oportunidade. Então todo mundo está muito feliz por mim.

— O RPL é um lugar onde você pode se revelar? – Definitivamente. Acho que aqui posso mostrar bem as minhas habilidades e me mostrar. Se eu jogar bem, isso não beneficiará apenas a mim, mas também à equipe.

Franco Orozco

Foto: FC Krylya Sovetov

—Quem da equipe causou maior impressão nesse período? — “Wings” tem jogadores muito bons: Costanza, Shitov, Saltykov, Sokolov. Sim, posso dizer o mesmo de todos os jogadores da equipe.

—Como você se comunica em equipe? — Um pouco em russo, um pouco em inglês. Fernando me ajuda muito com a tradução.

– E como você sabe russo? — Agora estudo todos os dias, já entendo algumas palavras.

— Você sabia alguma coisa sobre a Rússia antes de vir? “Definitivamente não havia estereótipos e essas coisas não me interessavam.” Mas já consegui conhecer Samara, é uma cidade muito bonita. Aos poucos vou ao centro e conheço a cidade. Mas ainda há muito para ver. Devo também salientar que a comida russa é muito saborosa, tanto no clube como nos restaurantes.

Franco Orozco e sua namorada

Foto: do arquivo pessoal de Franco Orozco.

Que dificuldades você encontrou na Rússia? Existe algum medo após o ataque terrorista?

—Como está sendo sua adaptação ao clube? —A adaptação não é tão fácil para mim. Esta foi a primeira vez que saí de Lanús. O maior problema é a comunicação. Mas nosso tradutor Weserov me ajuda muito, assim como Garre e Costanza. Então me sinto bem.

—Quão seguro você se sente na Rússia? “Não tenho medo de nada, nem mesmo depois da tragédia de Moscou. Nós estávamos bem ali. Procuro não pensar o máximo possível, estou totalmente focado no futebol.

—Você conversou com Osinkin depois da transição? — Claro, assim que cheguei em Türkiye, conversamos. Igor Vitalievich garantiu que tudo ficaria bem, eu me adaptaria rapidamente e tudo daria certo aqui. Ele disse que “Wings” é um time rápido. Acho que ele é um bom treinador que sabe se comunicar com os meninos.

— O ponto forte de Osinkin é o desenvolvimento da juventude. Você já percebeu isso? “É por isso que me mudei para cá.” Agora estou convencido de que o nosso treinador trabalha muito e bem com os jovens.

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—Que objetivo você define para a equipe? — Jogue todas as partidas e ajude os “Wings” a subir o mais alto possível na tabela RPL.

Por que os argentinos amam companheiro

—Como foi sua infância em Buenos Aires? — Nasci perto do aeroporto. Morou naquela região até os 13 anos, depois mudou-se para a Academia Lanús. Mais tarde comecei a morar sozinho, mas na verdade passei a vida inteira, desde os sete anos, em Lanús.

“As crianças geralmente começam a jogar futebol para não cair no caminho do crime. Você já teve isso? —Quando eu tinha cinco ou seis anos já jogava no campo da nossa região. Quando eu tinha seis anos meu pai me levou para o clube San Lorenzo e quando eu tinha sete me mudei para Lanús. Sempre gostei de futebol e tinha um objetivo: ser jogador de futebol. Nada mais me distraiu.

—É difícil ficar longe da família? — Em junho retornarei à Argentina e depois pretendo levar minha esposa e filho para a Rússia. Um pouco mais tarde meus pais e meu irmão virão ver como vivemos aqui. Mas posso dizer que já existem torcedores do Wings na Argentina: esta é toda a minha família.

-Como você passa seu tempo livre? — Gosto de dormir ou tomar mate com minha família. Eu gosto de tênis. Meu irmão jogou e agora treina. É por isso que minha família está dividida entre o tênis e o futebol. Eu prefiro paddle.

– Qual é o segredo do companheiro? —Esta é a cultura da Argentina. Bebemos mate no café da manhã ou no almoço. É um hobby, uma desculpa para reunir amigos ou familiares. Eu também bebo, me ajuda a comer menos.

Franco Orozco

Foto: FC Krylya Sovetov

Qual jogador de futebol você considera modelo (não, Messi não!)

—Quem é o seu ídolo no futebol? – A Argentina tem o Messi, e ele é o melhor do mundo, mas sempre gostei mais do Neymar.

— Você participou das comemorações da vitória da Argentina na Copa do Mundo? “Depois muita gente saiu às ruas: cerca de cinco milhões.” Foi uma loucura: o país inteiro comemorou! Optei por ficar em casa e comemorar a vitória com minha família.

— Você sonha um dia jogar pela seleção argentina? – Certamente! Tive a sorte de jogar em todas as categorias de base e lá já me conhecem. Acho que se jogar bem vou receber um bônus: uma convocação para a seleção.

—Qual é o seu principal sonho futebolístico? – Agora, jogue no RPL e, no futuro, seja campeão mundial!

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